terça-feira, 31 de dezembro de 2013

É hora de recomeçar!



Neste momento, último dia do ano, precisamos parar e refletir um pouco... Como está nossa vida? Será que temos, hoje, um sentido real e verdadeiro de viver? O que eu fiz para que minha vida se torna-se melhor este ano? 
Meus irmãos, só há um sentido nesta vida e se chama Jesus. Mesmo que trabalhemos todos os dias, que nos superemos profissionalmente ou pessoalmente, mas se não houver Deus em nossa vida, de nada valerá a pena. É hora de ver como está a nossa vida, rever os erros e almejar não cometê-los novamente. Cada dia aprendemos algo de novo e mesmo que seja difícil ou até mesmo impossível, Deus fará a parte Dele, isso se deixarmos com que Ele o faça. Cada dia, hora, minutos e segundos deste ano, foram um presente de Deus pra você. Se estamos aqui hoje é porque Ele o quis assim. Entreguemos este ano para que Jesus faça a Sua vontade, que Ele nos guie com Seus Santo Espírito e que Nossa Senhora possa cada dia está presente e intercedendo por nós! 

Feliz ano novo!
Deus Abençoe a todos!

domingo, 29 de dezembro de 2013

NO ÚLTIMO ANGELUS DO ANO, PAPA REZA PELAS FAMÍLIAS

FESTA DA SAGRADA FAMÍLIA
Francisco destacou que uma forma de ver como vai a família é o modo como trata as crianças e os idosos

Jéssica Marçal

Canção Nova Notícias





Que Maria e José guiem as famílias em sua missão, pediu Papa antes da oração mariana / Foto: Arquivo/Reprodução CTV


No Angelus deste domingo, 29, último do ano, Papa Francisco refletiu sobre as famílias, tendo em vista a festa da Sagrada Família. Ele se concentrou em especial sobre a situação dos refugiados, que sofrem com a falta de acolhimento e respeito.


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Francisco lembrou que José e Maria experimentaram o sofrimento dos refugiados, marcado por medo, em sua fuga para o Egito, como mostra oEvangelho do dia. E ainda hoje muitas famílias sofrem com essa mesma problemática. “Quase todo dia a televisão e os jornais dão notícia de refugiados que fogem da fome, da guerra, de outros perigos, em busca de segurança e de uma vida digna para si e para suas famílias”.


O Santo Padre ressaltou que nem sempre os refugiados encontram verdadeiro acolhimento e respeito, deparando suas expectativas com dificuldades que às vezes parecem insuperáveis. Ele convidou, então, todos a voltarem o olhar para a família de Nazaré e pensar nos migrantes e refugiados que são vítimas de rejeição, do tráfico de pessoas e do trabalho escravo.


E o fato de Deus ter pertencido a uma família que experimentou o exílio reflete, segundo o Pontífice, o desejo de Deus de que ninguém se sinta excluído de Sua proximidade amorosa. Ele completou dizendo que a fuga da Sagrada Família para o Egito mostra que Deus está presente lá onde há perigo, onde o homem experimenta o que é o abandono.


Francisco falou, por fim, de três palavras que são termos-chave para a vida em família: com licença, obrigado e desculpe. Ele já havia citado os termos durante o encontro com as famílias em peregrinação a Roma por ocasião do Ano da Fé em outubro deste ano. Para ele, um sinal que indica como anda a vida em família é também o modo como ela trata as crianças e os idosos.


“Recordemos estas três palavras. Gostaria também de encorajar as famílias a tomar consciência da importância que têm na Igreja e na sociedade. O anúncio do Evangelho passa antes de tudo pela família para depois atingir os diversos âmbitos da vida cotidiana”.


Encerrando suas reflexões, o Papa pediu que Maria e José guiem cada família do mundo para que possam cumprir com serenidade a missão que Deus lhes confiou.


Após a oração mariana, Francisco recordou que o próximo sínodo discutirá sobre a família. “Por isto hoje, festa da Sagrada Família, desejo confiar à Sagrada Família este trabalho sinodal, rezando pelas famílias de todo o mundo”. Em seguida, ele fez uma oração pelas famílias.

Estudo sugere relação entre religiosidade e menor risco de depressão

Cientistas já sabem que alguns aspectos da anatomia cerebral podem indicar o risco de uma pessoa ter depressão. Um deles é a espessura do córtex, membrana que reveste o órgão — ele é mais fino em indivíduos com mais chances de ter a doença. Agora, um novo estudo dá pistas sobre o que pode influenciar nessa característica do córtex: a religiosidade. De acordo com a pesquisa, pessoas que nutrem esse sentimento tendem a ter um córtex cerebral mais espesso e, consequentemente, um risco menor de depressão do que as outras. O trabalho ainda não conseguiu comprovar, contudo, se a importância dada à espiritualidade aumenta a espessura do córtex cerebral, ou se é o contrário — ou seja, se a maior espessura da membrana predispõe uma pessoa a dar maior importância à religião. Estudos anteriores já haviam mostrado que, entre pessoas com predisposição genética à depressão – ou seja, com histórico da doença na família –, aquelas que são religiosas podem ter um risco até 90% menor de desenvolver o transtorno do que as que não são religiosas. Diante dessas evidências, os autores da nova pesquisa buscaram entender de que forma a religiosidade pode se relacionar à depressão. Para isso, eles selecionaram 103 pessoas de 18 a 54 anos, sendo que somente parte delas tinha predisposição genética para a depressão. Por cinco anos, os cientistas analisaram a importância da religião e a frequência com que elas visitavam templos e igrejas, além de submeter os voluntários a exames de ressonância magnética com o objetivo de verificar a anatomia cerebral. No final do estudo, os pesquisadores observaram que os participantes que davam mais importância a questões espirituais, não importando com que frequência iam a igrejas ou templos, possuíam um córtex mais espesso em algumas áreas do cérebro.
Essa associação entre religiosidade e a espessura do córtex aconteceu em todos os participantes, mas foi mais forte entre aqueles que tinham histórico de depressão na família. 

A pesquisa foi feita na Universidade Columbia, Estados Unidos, e publicada nesta quarta-feira no periódico JAMA Psychiatry CONHEÇA A PESQUISA Título original: Neuroanatomical Correlates of Religiosity and Spirituality A Study in Adults at High and Low Familial Risk for Depression Onde foi divulgada: periódico JAMA Psychiatry Quem fez: Lisa Miller, Ravi Bansal, Priya Wickramaratne, Xuejun Hao, Craig E. Tenke, Myrna M. Weissman e Bradley S. Peterson Instituição: Universidade Columbia, EUA 

Dados de amostragem: 103 pessoas com idades entre 18 e 54 anos Resultado: Os pesquisadores descobriram que diferenças na anatomia cerebral de pessoas religiosas podem reduzir chances de desenvolver o transtorno

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

A História da Imagem de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

Existência histórica de Jesus Cristo é INQUESTIONÁVEL, afirmam especialistas.



Viciados em teorias da conspiração adoram a ideia: Jesus nunca teria existido. As histórias sobre sua vida, morte e ressurreição que chegaram até nós seriam mera colagem de antigos mitos egípcios e babilônicos, com pitadas do Antigo Testamento para dar aquele saborzinho judaico. Na prática, Cristo não seria mais real do que Osíris ou Baal, dois deuses mitológicos que também morreram e ressuscitaram No entanto, para a esmagadora maioria dos estudiosos, sejam eles homens de fé ou ateus, a tese não passa de bobagem. A figura de Jesus pode até ter “atraído” elementos de mitos antigos para sua história, mas temos uma quantidade razoável de informações historicamente confiáveis sobre ele, englobando pistas de fontes cristãs, judaicas e pagãs. 

De Paulo a Tácito
 
Começamos, no Novo Testamento, com as cartas de São Paulo, escritas entre 20 anos e 30 anos após a crucificação do pregador de Nazaré. Cerca de 40 anos depois da morte de Jesus, surge o Evangelho de Marcos, o mais antigo da Bíblia; antes que o século 1 terminasse, os demais Evangelhos alcançaram a forma que conhecemos hoje. A distância temporal, em todos esses casos, é a mais ou menos a mesma que separava o historiador Heródoto da época da guerra entre gregos e persas, que aconteceu entre 490 a.C. e 479 a.C. – e ninguém sai por aí dizendo que Heródoto inventou Leônidas, o rei casca-grossa de Esparta.

Outra fonte crucial é Flávio Josefo, autor da obra ”Antigüidades Judaicas”, também do século 1. O texto de Josefo sofreu interferências de copistas cristãos, mas é possível determinar sua forma original, bastante neutra: Jesus seria um “mestre”, responsável por “feitos extraordinários”, crucificado a mando de Pilatos, cujos seguidores ainda existiam, apesar disso. Duas décadas depois, o historiador romano Tácito conta a mesma história básica, precisando que Jesus tinha morrido na época de Pilatos e do imperador Tibério (duas referências que batem com o Novo Testamento). Esses dados mostram duas coisas: a historicidade de Jesus e também sua relativa desimportância diante das autoridades romanas e judaicas, como um profeta marginal num canto remoto e pobre do Império.

 Fonte G1

Santo do dia

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Reflexão sobre o verdadeiro sentido do Natal

Muito se ouve falar do sentido do Natal. Muitas pessoas, nesta época do ano, guardam suas maiores expectativas, porém de forma equivocada, pois trazem e concentram suas energias em coisas materiais. O consumismo toma o lugar da caridade e do amor fraterno e o Papai Noel toma o lugar do menino Jesus. O Natal vem opor a todo o estilo consumista e materialista que o mundo traz. Jesus nasceu em uma manjedoura, em meio aos animais, sem nem um lugar adequado e salubre para que um recém nascido viesse a esse mundo. Mesmo assim, Deus quis vir desta forma, o Rei nasceu e viveu na pobreza. Porém Ele é a nossa esperança e nosso coração deve ser como o daquele presépio, simples e humilde. Só assim Jesus poderá nascer, só assim Ele poderá se fazer presente vivo e ressuscitado. Precisamos deixar nosso consumismo e preocupações exageradas com as coisas deste mundo. Nosso ideal tem que ser a Cristo e a pobreza espiritual. Precisamos nos ater ao que Ele foi, o que pregou e viveu. Este sim é o verdadeiro sentido do Natal. A reunião em Família deve ser para nós um motivo de partilha e agradecimento ao Senhor por todas as graças que Ele nos dá, gratuitamente, todos os dias. Que Jesus nasça de verdade em nossos corações e que nossa fé seja sempre renovada. 

Amém.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Papa convida três moradores de rua para o seu aniversário

«Viríeis à festa de aniversário do Papa Francisco?». Ao ouvir estas palavras esfregaram os olhos para entender se ainda dormiam. Duvidaram se tinham compreendido bem a pergunta. Depois de um instante de desorientação e admiração, começaram a arranjar aquilo que é a sua cama, feita de papelão e cobertas arrumadas do melhor modo possível para se proteger do frio pungente das noites romanas.
Não acontece todos os dias o que sucedeu a três homens de quarenta anos, sem-tecto, que juntamente com muitos outros encontram refúgio habitualmente debaixo do pórtico do prédio da Sala de Imprensa da Santa Sé, na via della Conciliazione. Na manhã de terça-feira, 17 de Dezembro, o arcebispo esmoler Konrad Krajewski apresentou-se muito cedo. Dirigiu-se a um deles, os primeiros que viu, com aquele convite inesperado: festejar o septuagésimo sétimo aniversário do Papa Francisco.
Aos três – um eslovaco, um polaco e um checo com o seu inseparável cão – não parecia verdade. Encheram a bagageira do carro do esmoler com as suas pobres coisas, subiram e ajeitaram o cãozinho no meio deles, e partiram em direcção da Casa de Santa Marta.
À sua chegada, os três pobres receberam grande admiração e simpatia. Esperaram que terminasse a missa, na qual participaram os funcionários da Casa juntamente com o director. Depois, o esmoler apresentou-os ao Pontífice. Tinham uma prenda especial para ele: um raminho de girassóis, porque estas flores, como explicou D. Krajewski, se voltam sempre para o sol, como a Igreja olha sempre para o seu «sol», Cristo.
O Papa Francisco convidou-os a tomar o pequeno almoço com ele no refeitório de Santa Marta. Trocaram algumas palavras, num clima de muita familiaridade e confidência. «Vale a pena ser pobre – exclamou a um certo ponto um dos três dirigindo-se ao Pontífice – porque podemos ser recebidos pelo Papa!».

É possível encontrar Deus na dor?

Para quem vive por meio da fé o sofrimento não tem a última palavra.

Para quem vive por meio da fé o sofrimento não tem a última palavra.
Para o ser humano, é muito difícil compreender a dor e o sofrimento. Infelizmente, quem acaba no banco dos acusados é Deus, mesmo sendo o Amor infinito, que sempre quer o melhor para os seus filhos. Todo ser humano precisa encontrar um sentido para a dor, que inevitavelmente chega. Para os cristãos, é mais fácil encontrar este significado.

Quem gosta de sofrer? Supostamente ninguém. Mas é verdade que a vida, em seu caminho rumo à felicidade, está repleta de tropeços inesperados, alguns deles determinados pelo nosso agir como outros, alheios à nossa vontade. Este percurso é mais leve se o Senhor acompanhar cada passo nosso, já que a fé pode tudo.

Nada mais apropriado ao tema que o pensamento do Papa João Paulo II sobre a dor humana, expressado na carta apostólica "Salvifici doloris":

“No fundo de cada sofrimento experimentado pelo homem, como também na base de todo o mundo dos sofrimentos, aparece inevitavelmente a pergunta: por quê? É uma pergunta acerca da causa, da razão e também acerca da finalidade (para quê?); trata-se sempre, afinal, de uma pergunta acerca do sentido. Esta não só acompanha o sofrimento humano, mas parece até determinar o seu conteúdo humano, o que faz com que o sofrimento seja propriamente sofrimento humano."

E acrescenta: "É bem sabido que, quando se calcorreia o terreno desta pergunta, se chega não só a múltiplas frustrações e conflitos nas relações do homem com Deus, mas sucede até chegar-se à própria negação de Deus.”

O escritor Jesús David Muñoz também fala sobre o tema:

"É normal que nos façamos esta pergunta: por que Deus não eliminou o sofrimento do mundo? Por que deixou algo que nos incomoda tanto? No entanto, esta postura da criatura que julga o Criador não é nada justa. Dizer a Deus o que Ele deve ou não fazer parece até brincadeira, mas é muitas vezes a maneira como reagimos."

E completa: "Nossa atitude diante da dor não deve ser a de julgar Deus e dar-lhe conselhos sobre como ser Deus, e sim a de buscar encontrar o que Ele quer nos ensinar, as lições que Ele quer que tiremos. É possível extrair tanto bem das situações adversas e dos sofrimentos!"

O sofrimento em si mesmo não pode ser definido como algo bom, pois é difícil gostar de algo que causa tormento. No entanto, o que faz a diferença é a atitude do ser humano diante da dor, a maneira como ele a aproveita, a aprendizagem e as descobertas que se apresentam por meio dela; em suma, a dor é alimento espiritual por meio do amor de Deus.

Um exemplo disso foi a Madre Teresa: ela "não se sentou para contar quantos pobres havia na Índia e lamentar-se diante desta triste situação. Não. Ela começou a trabalhar e aprendeu a amar. (...) Diante da realidade da dor, podemos viver amargurados, negando ou odiando Deus pela vida inteira, ou podemos transformar o sofrimento em uma oportunidade de exercitar o amor".

"Deus é bom, mas isso não significa que não exista sofrimento ou dor. Deus é tão bom, que inclusive pode tirar do mal um bem maior. Sim, inclusive da dor mais atroz, Deus pode tirar algo melhor. É questão de estar atentos para descobrir isso."

(Fontes: "¿Un tesoro escondido en el sufrimiento?", de Jesús David Muñoz L.C., em "Virtudes y Valores", Catholic.net; Carta apostólica "Salvifici Doloris", de João Paulo II, 1984.)

Parabéns, Papa Francisco!


sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Encontro das famílias em Madri: A mensagem do Papa Francisco



Madri (RV) - A Plaza de Colón, em Madri, na Espanha, acolherá de 27 a 29 deste mês milhares de famílias de toda a Europa para celebrar a Festa da Sagrada Família.
Esse evento tornou-se um ponto de referência para as famílias cristãs na época do Natal e contará com a conexão ao vivo da Cidade do Vaticano para ouvir as palavras que o Papa Francisco dirá às famílias, no domingo 29 de dezembro, antes da missa presidida pelo Arcebispo de Madri, Cardeal Antonio Maria Rouco Varela.
A iniciativa pretende insistir na transcendência das famílias cristãs e em seu caráter colaborador na realização do bem de toda a sociedade. A Festa da Família, em Madri, é celebrada desde 2007 e tem sido um grande evento para milhares de famílias cristãs.
O lema deste ano é "A família, um lugar privilegiado", uma frase que o Papa Francisco proferiu aos milhares de jovens no Angelus de 26 de julho de 2013 durante a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro, por ocasião da festa de São Joaquim e Santa Ana.
"Quão precioso é o valor da família como um lugar privilegiado para transmitir a fé! Referindo-me ao ambiente familiar gostaria de salientar uma coisa: hoje, na festa dos Santos Joaquim e Ana, se celebra no Brasil e em outros países, a festa dos avós. Como eles são importantes na vida da família para comunicar o patrimônio de humanidade e fé que é essencial para toda sociedade. Quanto é importante o encontro e o diálogo entre as gerações, sobretudo dentro da família. O Documento de Aparecida nos recorda: Crianças e idosos constroem o futuro dos povos", disse o Papa naquela ocasião.
Anos antes, o Beato João Paulo II usou essa expressão num discurso aos jovens em 3 de janeiro de 1979, na Basílica de São Pedro, para indicar que o seio da família é um lugar para viver a santidade: "A família é o lugar privilegiado e santuário onde se desenvolve toda grande e íntima aventura de cada pessoa humana." (MJ)


A morte de um sem teto no Vaticano deixa o Papa triste



Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco ficou profundamente triste ao saber da morte de um sem-teto na noite desta quarta-feira, 11, perto do Vaticano.
O homem era um dos muitos, italianos e estrangeiros, que circulam nas proximidades do Vaticano e dormem sob os pórticos da Praça Pio XI, diante da Praça São Pedro. Foi encontrado morto no estacionamento do Gianicolo, onde cotidianamente dezenas de ônibus de turismo deixam turistas e visitantes do Vaticano. O homem teve morte natural e seu corpo foi encontrado pela polícia. A notícia ficou na sombra; nenhum dos cotidianos da cidade fala desta morte ‘do inverno’.
Justamente estas circunstâncias entristeceram mais ainda o Papa, que tantas vezes lamentou o fato que não se preste mais atenção nestes pequenos dramas ‘grandes’, como diz.
A primeira exortação de Francisco, “A Alegria do Evangelho”, denuncia esta indignação com palavras simples, mas vibrantes: “Não é possível que a morte por congelamento de um idoso sem abrigo não seja notícia, enquanto o é a descida de dois pontos na Bolsa”. Para o Papa, “isto é exclusão”.
O Bispo de Roma não ficou indiferente diante desta morte, ocorrida a poucos metros de sua casa, naquela área onde recentemente mandou o seu elemosineiro, o polonês Dom Konrad Krajewski, como seu “braço da caridade”. É a região onde os pobres da cidade se abrigam à noite, e aonde ele próprio gostaria de ir pessoalmente levar ajuda e conforto.
(CM)

Evangelho do dia


quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

A oração do Santo Terço


Terço significa uma das três partes do Rosário (hoje não mais e sim a quarta parte devido o acréscimo dos Mistérios luminosos). Rosário é um ramalhete ou um canteiro de rosas. Quando queremos manifestar amor e carinho a alguém, não consideramos que a melhor forma seja oferecendo-lhe flores?

Pois bem, Maria mãe de Jesus é a flor universal e a ela se oferecem rosas através da oração. Cada "Pai Nosso" e cada "Ave Maria", recitados com fé, são rosas oferecidas à divina flor que é Maria.

A oração do terço teve sua origem no século IX. Ela surgiu como alternativa à Liturgia das Horas criada pelos monges irlandeses. Esta Liturgia compreende a recitação dos 150 salmos bíblicos em diversos períodos do dia.

Um certo monge sugeriu aos fiéis que substituíssem os salmos, difíceis de ser decorados, por 150 orações do "Pai Nosso". Para contar as orações começaram a utilizar pedrinhas , depois passaram a usar uma cordinha com um cento e meio de nós. Mais tarde enfiaram na cordinha pedacinhos de madeira . Depois dividiram em três o número dos pedacinhos colocados na cordinha, surgindo então o terço do rosário. Mais tarde foram introduzidas, entre os "Pai Nossos", as orações da "Ave Maria". Depois trocaram os "Pai Nossos" pelas "Ave Marias". Em 1365 colocaram um "Pai Nosso" a cada 10 "Ave Marias" e em 1470 introduziram pensamentos que deveriam ser recitados a cada "Ave Maria".

Somente em 1700, São Luís Grignon de Monfort escreveu meditações a serem pronunciadas antes de cada mistério.

Algumas pessoas não aprovam a oração do terço, outras não gostam ou preferem outra maneira de conversar com Deus, mas uma coisa não podemos negar: esta oração com certeza tem muita força, pois certas práticas

aparecem e desaparecem e esta forma simples tem permanecido bastante popular por muitos anos. No mundo somente sobrevive o que é comprovadamente eficaz e a oração do terço tem sido um instrumento importante e eficiente para muitas pessoas que buscam a Deus no seu dia a dia.

Padre Aberio Christe


História do Terço

Em 1328, segundo a lenda, Nossa Senhora apareceu a São Domingos, recomendando-lhe a reza do Rosário para a salvação do mundo.

Nasceu assim a devoção do Rosário, que significa coroa de rosas oferecidas a Nossa Senhora. Os promotores e também divulgadores desta devoção foram os Dominicanos, que também criaram as Confrarias do Rosário.

O papa Dominicano Pio V animou vivamente a prática da recitação do Rosário, que, em breve, se tornou a oração popular predileta da cristandade. Esta devoção tem o privilégio de ter sido recomendada por Nossa Senhora em Lourdes, na França, e em Fátima, Portugal, o que depõe em favor de sua validade em todos os tempos.

O terço pode ser rezado individual ou coletivamente. É uma das mais queridas devoções a Nossa Senhora. Aparecendo em Fátima, ela pediu: "Meus filhos, rezem o terço todos os dias."
A festa de Nossa Senhora do Rosário foi instituída pelo papa Pio V, em 1571, quando se celebrava o aniversário da batalha naval de Lepanto. Segundo consta, os cristãos saíram vitoriosos porque invocaram o auxilio da Santa Mãe de Deus, rezando o rosário. A origem do terço é muito antiga. Remonta aos anacoretas orientais que usavam pedrinhas para contar suas orações vocais. O Venerável Beda sugerira aos irmãos leigos, pouco familiarizados com o Saltério latino, que se utilizassem de grãos enfiados em um barbante na recitação dos pai-nossos e ave-marias. Segundo a lenda, em 1328 Nossa Senhora apareceu a São Domingos, recomendando-lhe a reza do rosário para a salvação do mundo. Rosário significa coroa de rosas oferecidas a Nossa Senhora. Os promotores e divulgadores da devoção do rosário no mundo inteiro foram os dominicanos. Somos hoje, portanto, convidados a meditar sobre os mistérios de Cristo Jesus, associando-nos como Maria Santíssima à encarnação, paixão e gloriosa ressurreição do Filho de Deus.
Nos primeiros séculos do cristianismo, os cristãos costumavam fazer suas orações durante o dia rezando os salmos da Bíblia. Depois, com o tempo, os salmos passaram a ser rezados só pelos padres e monges letrados. Motivo: só eles sabiam o latim, a língua na qual estavam escritos os salmos.

Os monges iletrados e o povo em geral não sabia mais esse idioma. Com isso, estes também não sabiam mais rezar os salmos. Aí alguém teve uma idéia. Em vez dos salmos, eles podem rezar Ave-Marias. Ora, os salmos são 150 ao todo. Isso dá 150 Ave-Marias. Cada Ave-Maria é como se fosse uma "rosa". E 150 "rosas" dá então um "rosário". Assim nasceu o rosário: 150 Ave-Marias (rosas) no lugar do conjunto de 150 salmos, ou saltério. Por isso que, na Idade Média, chegaram a chamar o Rosário de "Saltério de Nossa Senhora" ou também "Saltério Mariano". E a terça parte, 50 Ave-Marias, dá um terço do Rosário. Assim nasceu o terço, a maneira popular de celebrar o amor de Deus nas horas do dia, meditando os mistérios da nossa Redenção.

Ideologia do Gênero

Nesta quarta-feira, dia 11/12, será votado o substitutivo do PNE (Plano Nacional de Educação), proposto pelo senador Vital do Rêgo. 
Esse projeto, caso seja aprovado, introduzirá a igualdade de gênero e a orientação sexual como diretrizes da educação nacional para os próximos 10 anos
Qual é o problema em relação à ideologia de gênero? A palavra “gênero”, segundo os ideólogos da ideologia de gênero, deve aos poucos substituir o uso corrente de palavra “sexo” e referir-se a um papel socialmente construído, não a uma realidade que tenha seu fundamento na biologia. Desta maneira, por serem papéis socialmente construídos, poderão ser criados gêneros em número ilimitado, e poderá haver inclusive gêneros associados à pedofilia ou ao incesto. É o que diz, por exemplo, a feminista radical Shulamith Firestone: “O tabu do incesto hoje é necessário somente para preservar a família; então, se nós nos desfizermos da família, iremos de fato desfazer-nos das repressões que moldam a sexualidade em formas específicas” (trecho retirado do livro A Dialética do Sexo)Ora, uma vez que a sexualidade seja determinada pelo "gênero" e não pela biologia, não haverá mais sentido em sustentar que a família é resultado da união estável entre homem e mulher.
Se estes novos conceitos forem introduzidos na legislação, estará comprometido todo o edifício social e legal que tinha seu sustento sobre a instituição da família. Os princípios legais para a construção de uma nova nova sociedade, baseada na total permissividade sexual, terão sido lançados. A instituição familiar passará a ser vista como uma categoria “opressora” diante dos gêneros novos e inventados, como a homossexualidade, bissexualidade, transexualidade e outros. Para que estes novos gêneros sejam protegidos contra a discriminação da instituição familiar, kits gays, bissexuais, transexuais e outros poderão tornar-se obrigatórios nas escolas. Já existe inclusive um projeto de lei que pretende inserir nas metas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação nacional a expressão “igualdade de gênero”. 
Portanto, trata-se da mesma ameaça contida no PLC 122 em sua versão atual. 
Assine agora a petição para enviar um e-mail a cada um dos líderes de bancada no Senado!

A Evangelização da Família

 Nossa casa é nosso lugar, nosso aconchego, um lugar Sagrado, onde Deus nos confiou e deve ser fonte de graças e bênçãos para nós. É onde nos alimentamos, repousamos, alegramo-nos e preocupamo-nos todos os dias. Deus nos ama e quer que nosso lar seja um local de adoração e de louvor a Ele. Jesus, por onde passava, sempre visitava os lares, anunciava o reino de Deus, curava os enfermos que ali estavam e também ouvia as pessoas. A visita de Jesus a casa de Maria e Marta (Lc 10,38-42) nos mostra que precisamos nos preocupar com a melhor parte, a qual Maria se preocupou, Jesus.                                             
Atualmente, constatamos que os lares familiares são apenas lugares para realização de várias atividades cotidianas, menos um lugar de oração. Assim como Marta preocupava-se, a rotina, o trabalho e as nossas ocupações, acabam por deixando que nosso lar seja apenas mais um espaço e não um local de oração e encontro com Deus.
Nós como Igreja precisamos ir até onde o nosso irmão estiver, precisamos sair dos templos, ir às ruas e as casas, como já afirmava o Papa Francisco.

Nosso lar precisa ser acima de tudo, lugar santo, santuário de Deus, Igreja Doméstica. (Documento do Concílio Vaticano II- Ecclesia Domestica-181)